Estudo da Aurora Research, que aponta baterias como alternativa mais barata e eficiente para garantir segurança do sistema, é destaque no Valor Econômico
- Yaly Ribeiro Pozza
- há 5 dias
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Atualizado: há 10 horas

O jornal Valor Econômico publicou, nesta quarta-feira (20), uma matéria sobre o estudo feito pela consultoria Aurora Energy Research, encomendado pela Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae), mostrando que sistemas de armazenamento de energia têm custo sistêmico menor e são mais eficientes do que usinas termelétricas a gás natural para atuar como ativos de reserva de capacidade no Brasil.
O levantamento foi apresentado ao mercado em evento em São Paulo, promovido pelo
portal de notÃcias MegaWhat. O relatório projeta que, até 2045, será necessário adicionar cerca de 47 gigawatts (GW) de capacidade firme para assegurar o suprimento do sistema elétrico, cenário em que o armazenamento de energia pode ter papel decisivo na segurança do sistema.
O estudo avaliou dois cenários principais para comparar baterias e termelétricas agás. No cenário 1, cada tecnologia opera de forma independente, seguindo as regras atuais dos leilões: as baterias realizam despacho otimizado, com pouco mais de 9.600 horas de operação em 15 anos, enquanto as térmicas entram em operação em torno de 1.800 horas, com alto custo de despacho.